Segunda-feira, 4 de Março de 2024
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Filme “Já Nada Sei”, rodado em Oliveira de Azeméis, foi premiado nos Estados Unidos da América

> Galardão foi conquistado no 15º Treasure Coast Internacional Film Festival que decorreu em Port St. Lucie, Flórida, entre 12 e 16 de outubro.
"Já Nada Sei"  conta a história de Ricardo e Ana
"Já Nada Sei" conta a história de Ricardo e Ana

A longa-metragem “Já Nada Sei”, de Luís Diogo, que terá a sua ante estreia nacional amanhã, sexta-feira, dia 1, n’ O Cinema, em Oliveira de Azeméis, na abertura do “Azeméis Film Festival” foi premiado nos Estados Unidos no 15º Treasure Coast Internacional Film Festival que decorreu em Port St. Lucie, Flórida, entre 12 e 16 de outubro.

O filme de Luís Diogo venceu os prémios de Melhor Filme Estrangeiro e de Melhor Fotografia estando a participar em mais dois festivais americanos, o 14º Festival de Cinema Latino de São Francisco e o 13º OC Film Fiesta, que decorre também na Califórnia.

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A película, que teve o apoio financeiro da Câmara Municipal, foi maioritariamente rodada em Oliveira de Azeméis. Pelo filme, que conta a história de Ricardo e Ana, um casal escolhido entre 277 candidatos para um documentário sobre casais felizes, passam imagens de locais icónicos como o Jardim de La Salette ou o Centro Vidreiro.

O filme é protagonizado por Ana Aleixo Lopes, Susie Filipe e Duarte Miguel. Dão ainda a sua colaboração os atores Eric da Silva, Carolina Pavão, Rui Oliveira, Miguel Meira, Fábio A. Costa, Carlos Moreira, Valdemar Santos e Soraia Sousa.

Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

Segundo o realizador, “Já Nada Sei” é um estudo “sobre o processo pelo qual nos deixamos aprisionar nas relações, sem coragem de as terminar mesmo quando sabemos que não têm futuro. E também pelo processo em que nós mesmos aprisionamos, conscientemente ou inconscientemente, alguém que não queremos deixar partir”.

Ainda para Luís Diogo, “o filme é também um ensaio sobre as diferenças entre a realidade e a reality TV, em que assistimos como a um documentário, ambiciosamente realista, retratando erroneamente um casal idílico em que, na verdade, um dos seus membros está insatisfeito”.

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