Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2023
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Filme “Já Nada Sei”, rodado em Oliveira de Azeméis, foi premiado nos Estados Unidos da América

Galardão foi conquistado no 15º Treasure Coast Internacional Film Festival que decorreu em Port St. Lucie, Flórida, entre 12 e 16 de outubro.
"Já Nada Sei" conta a história de Ricardo e Ana
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A longa-metragem “Já Nada Sei”, de Luís Diogo, que terá a sua ante estreia nacional amanhã, sexta-feira, dia 1, n’ O Cinema, em Oliveira de Azeméis, na abertura do “Azeméis Film Festival” foi premiado nos Estados Unidos no 15º Treasure Coast Internacional Film Festival que decorreu em Port St. Lucie, Flórida, entre 12 e 16 de outubro.

O filme de Luís Diogo venceu os prémios de Melhor Filme Estrangeiro e de Melhor Fotografia estando a participar em mais dois festivais americanos, o 14º Festival de Cinema Latino de São Francisco e o 13º OC Film Fiesta, que decorre também na Califórnia.

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A película, que teve o apoio financeiro da Câmara Municipal, foi maioritariamente rodada em Oliveira de Azeméis. Pelo filme, que conta a história de Ricardo e Ana, um casal escolhido entre 277 candidatos para um documentário sobre casais felizes, passam imagens de locais icónicos como o Jardim de La Salette ou o Centro Vidreiro.

O filme é protagonizado por Ana Aleixo Lopes, Susie Filipe e Duarte Miguel. Dão ainda a sua colaboração os atores Eric da Silva, Carolina Pavão, Rui Oliveira, Miguel Meira, Fábio A. Costa, Carlos Moreira, Valdemar Santos e Soraia Sousa.

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Com música de Fernando Augusto Rocha, fotografia de Pedro Farate, som de Álvaro Melo, o filme foi produzido por António Costa Valente e Luís Diogo que é também o autor da montagem e do argumento original.

Segundo o realizador, “Já Nada Sei” é um estudo “sobre o processo pelo qual nos deixamos aprisionar nas relações, sem coragem de as terminar mesmo quando sabemos que não têm futuro. E também pelo processo em que nós mesmos aprisionamos, conscientemente ou inconscientemente, alguém que não queremos deixar partir”.

Ainda para Luís Diogo, “o filme é também um ensaio sobre as diferenças entre a realidade e a reality TV, em que assistimos como a um documentário, ambiciosamente realista, retratando erroneamente um casal idílico em que, na verdade, um dos seus membros está insatisfeito”.

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