Na hora da despedida, Helena Santos oferece texto “A farsa dos Almocreves”, de Gil Vicente, ao presidente da Câmara Municipal

Presidente da Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis cessante desafia Joaquim Jorge a levar a peça de Gil Vicente a ser representada no remodelado Cine-Teatro Caracas.

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Helena Santos liderou a cerimónia da tomada de posse do novo executivo camarário e da nova Assembleia Municipal de Oliveira de Azeméis, que será liderada por Amaro Simões durante o próximo mandato (2021-2025), e no seu discurso de despedida (que pode ver aqui a versão integral) a presidente Assembleia Municipal cessante confidenciou que durante os últimos quatros anos sentiu e conheceu a história deste povo de Azeméis, ou Almocreves que, citando historiador José Hermano Saraiva, quando realizou um dos episódios Memórias da Nossa Terra, na RTP2, “conseguiu fazer dum bocado de terra seca, um parque encantador, das pobres azenhas, fez o maior centro de descasque de arroz de Portugal, das toscas fábricas de vidro, as magnifícias fábricas de moldes, das maiores de todo o mundo”.

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A agora ex-autarca considera que “se assim foi, temos de acreditar que esta gente, com estes autarcas, continuarão a fazer de Oliveira de Azeméis um dos melhores concelhos para viver e ser feliz, onde todos se sintam orgulhosos de pertencer”.

“Muito há para concluir e para iniciar”, vaticina. E aproveitando ainda as palavras do historiador já falecido, Helena Santos ofereceu em texto, “já que o livro não se encontra editado”, explica, o texto “A Farça dos Almocreves”, de Gil Vicente, desafiando o presidente da autarquia a levar ao palco do remodelado Cine-Teatro Caracas. “Ofereço num gesto naturalmente simbólico de esperança no futuro”, finalizou.

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