Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2023
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O “Vidreiro” faz agora companhia ao “Almocreve”

Praça da Cidade ganhou nova escultura de Albano Ruela neste final de ano de 2022. Há uma peça vermelha que se destaca na escultura. Está no lugar do coração, é um simbolismo que o autor encontrou para dar destaque ao amor que os vidreiros sentiam pela arte.
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Foi inaugurada na segunda-feira, dia 19 de dezembro a escultura do “Vidreiro”, uma obra de Albano Ruela, que se junta ao “Almocreve”, do mesmo autor, criando um espaço na Praça da Cidade dedicado a duas figuras identitárias de Oliveira de Azeméis.

Esta nova obra de arte tem como objectivo qualificar o espaço urbano da cidade, da mesma forma que acrescenta uma nova narrativa assente na história do concelho.

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Na cerimónia de inauguração, o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Jorge, referiu que “é de louvar o extraordinário aproveitamento de materiais em fim de vida que ganham uma nova funcionalidade em favor da arte, da mesma maneira que se distingue a história e a identidade da nossa terra representada de forma absolutamente criativa neste modelo de arte urbana que ocupa um lugar cada vez mais especial na vida dos territórios”.

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Acrescentoiu ainda que “a Câmara Municipal tem trabalhado vivamente para recuperar e colocar em lugar de destaque a nossa história coletiva ligada à tradição vidreira, primeiro com a requalificação do Centro Interpretativo do Vidro, depois com o lançamento a concurso do projeto de requalificação do Sindicato dos Vidreiros do Norte e futuramente, com a possível inscrição da arte vidreira na lista do Património Imaterial da Humanidade da UNESCO”.

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O autor, Albano Ruela referiu que “o vidreiro representa uma peça escultórica onde nada foi colocado ao acaso e, na qual, cada peça representa com significado a história do vidro, que pode ser conhecida através de um testemunho na primeira pessoa com a visita ao Berço Vidreiro, espaço onde o mestre Alfredo Morgado apresenta diariamente aos oliveirenses e aos visitantes uma oficina viva de fabrico do vidro”.

Há uma peça vermelha que se destaca na escultura. Está no lugar do coração, é um simbolismo que o autor encontrou para dar destaque ao amor que os vidreiros sentiam pela arte.

A peça vermelha na escultura personifica o amor dos vidreiros pela arte.
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