Joaquim Jorge revela pela primeira vez quanto custará o resgate do contrato com a Indáqua em 2024

Autarquia pode voltar a renegociar contrato com a Indáqua em 2024. Para proceder ao resgate do contratar terá de indemnizar a concessionária em 60 milhões de euros.

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A adenda ao contrato celebrado entre a autarquia e a Indáqua foi um dos assuntos mais polémicos do mandato de Joaquim Jorge, levando a manifestações da população no Largo da República. Dos cinco candidatos que se apresentam para a liderança do município oliveirense, três delas (Bloco de Esquerda, CDU e Chega) defendem a remunicipalização da água no seu programa eleitoral, a candidata Carla Rodrigues, da coligação Pelas Pessoas (PSD/CDS-PP) compromete-se apenas a suspender os dois últimos aumentos levados a cabo pela autarquia durante este mandato, e Joaquim Jorge, do PS, só falou sobre aquilo que pensa no assunto na entrevista que concedeu ao Azeméis.Net.

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Já na reta final da campanha eleitoral, em resposta ao candidato do Chega, Vítor Silva, num debate promovido por um órgão de comunicação local, Joaquim Jorge revelou que a autarquia terá de desembolsar, caso queira resgatar o contrato com Indaqua em 2024, uma indemnização no valor de 60 milhões de euros à concessionária de água e saneamento no concelho de Oliveira de Azeméis, ou seja, um valor três vezes superior ao que tem sido avançado.

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