Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2022
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Grupo Simoldes entra no negócio da energia e cria a primeira célula de ião de Sódio fabricada em Portugal

Vendo a grande potencialidade de uma nova forma de armazenamento de energia, a Simoldes irá criar uma nova área de negócios dedicada a esta área, a Simoldes Energy.
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O Grupo Simoldes e a empresa Vasco da Gama CoLab desenvolveram e produziram as primeiras “coin cells” de ião de Sódio em Portugal que foram apresentadas no mês de julho nas instalações do Grupo Simoldes, em Oliveira de Azeméis, integradas num demonstrador, informa a empresa liderada pelo comendador António da Silva Rodrigues.

Totalmente concebidas e produzidas nos laboratórios do Vasco da Gama Colab, estas primeiras “coin cells” de ião de Sódio permitiram validar a química do cátodo e do eletrólito, a construção dos elétrodos e a construção das baterias. A tecnologia de ião de Sódio permite a construção de baterias com maior densidade de potência comparando com as baterias de lítio NMC, mais seguras e mais baratas e que usam materiais abundantes, com processos de extração com menor pegada ecológica e facilmente reutilizáveis.

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A partir desta validação conceptual e funcional, o Grupo Simoldes, dando passos relevantes no sentido da concretização da sua estratégia de afirmação progressiva no negócio emergente das soluções de armazenamento de energia, o Vasco da Gama CoLab e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em articulação com outros parceiros, perspetivam ter em 2025 as primeiras células de iões de Sódio com o formato comercial para montar em baterias para os setores da mobilidade e estacionário.

O compromisso estratégico passa, de facto, pelo desenvolvimento de soluções tecnológicas de armazenamento de energia verdadeiramente sustentáveis, revolucionárias e complementares, usando, preferencialmente, matérias primas dissolvidas na água do mar português, enquadrando-se, de forma distintiva e efetiva, nos desafios da transição climática. O compromisso dos promotores é para com o país e a Europa, ambicionando que uma fração muito substancial da cadeia de valor desta tecnologia fique em Portugal, servindo o Mundo.

Vendo a grande potencialidade desta nova forma de armazenamento de energia a Simoldes irá criar uma nova área de negócios dedicada a esta área, a Simoldes Energy.

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2 respostas

  1. Melhores soluções são ótimas notícias. Quanto ao lítio a extrair no norte sugiro que quem se opõe deixe de usar aparelhos (telemóveis, computadores, carros com central eletrónica e outros) que usam metais raros extraídos noutros países. E que solicitem que computadores que gerem a distribuição da eletricidade, da água e do gás sejam desligados durante uma semana para que os conterrâneos sensatos lhes exijam que deixem os jogos partidários e que sejam solidários com a pátria, com os outros povos e com o interesse ambiental atual da humanidade.

  2. Força nesse trabalho!
    Lutamos para que não destruam as serras de Portugal em busca do lítio.
    2025 parece tão distante… Por favor, sejam céleres!

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