Terça-feira, 16 de Julho de 2024
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CHEGA de Azeméis critica lixeiras a céu aberto e pede maior fiscalização em carta aberta ao presidente da Câmara Municipal

O presidente da comissão política do Chega de Oliveira de Azeméis escreveu uma carta aberta ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, que começa assim: “Dirijo-me a si com a maior consideração e respeito democrático, enquanto Presidente da Comissão Política Concelhia do partido Chega mas também como cidadão deste magnífico concelho. E dirijo-me com o propósito de lhe dizer que estou indignado”.

A indignação surge devido aos atentados ambientais praticados à vista de todos. “E estou indignado, porque considero lamentável que em pleno seculo XXI, aconteçam no nosso concelho verdadeiros atentados ambientais, praticados à vista de todos, e alguns deles com o conhecimento do executivo liderado por si. Mas mais grave ainda, é acontecerem já há algum tempo e sem que o Sr. Presidente tome qualquer ação”, afirma.

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Manuel Almeida dá exemplos concretos, como é o caso de entulhos de alcatrão provenientes de obras públicas. “No concelho de Oliveira de Azeméis é possível encontrar várias lixeiras a céu aberto, compostas por lixos particulares mas também por lixos claramente produzidos por empresas e para grande espanto meu, também se encontram entulhos provenientes de obras públicas, como é o caso de alcatrão. Alcatrão esse que sai das obras que decorrem actualmente no concelho, nomeadamente no arranjo e pavimentação de ruas”, elucida.

O presidente da comissão política do Chega evoca também as às descargas de água nos rios do concelho. “Além das lixeiras, o concelho de Oliveira de Azeméis também é “rico” em descargas para os rios. Sim Sr. Presidente, estou a referir-me às descargas para os nossos cursos de água, como é o caso do que acontece muito frequentemente em Cesár e Ossela, entre outros locais”, denuncia.

Já no final da missiva dirigida ao presidente da Câmara Municipal, Manuel Almeida sugere “a construção no concelho de um depósito de inertes para onde os Oliveirense possam levar os entulhos produzidos pelas obras que realizam nas suas habitações” uma vez que “esses resíduos podem ser reciclados”.

Manuel Almeida é da opinião de que “é preciso fiscalizar mais e punir mais” e não “só apelar ao civismo que vai resolver este flagelo” porque “infelizmente civismo é coisa que faz falta a muito boa gente”, e apresentamos a disponibilidade da comissão política do Chega “a quem se entenda habilitado, para colaborar nas ações que se julguem necessárias para encontrar soluções para terminar com esta vergonha que em nada dignifica o concelho”.

E conclui: “Não podemos aceitar esta inoperância do seu executivo, não podemos aceitar que continue o sentimento de impunidade para com os prevaricadores. Não podemos aceitar como tolerável, o que ao fim de tanto tempo prevalece! Cabe ao seu executivo agir e não reagir!”

À carta enviada ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Manuel Almeida anexou alguns exemplos concretos:

Fotos tiradas na zona da Mina do Pintor 04/05/2021
Fotos tiradas na zona da Etar em Ossela. Descarga para o rio Caima 05/05/2021
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