Jorge Bastos está como comandante em regime de substituição da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fajões desde o final do mês de maio deste ano, altura em que o anterior comandante, Ricardo Fernandes, tomou posse como comandante da Companhia de Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo. Cinco meses depois, a sua passagem a comandante a efetivo, apesar do trabalho realizado desde então.
“Estamos satisfeitos com o trabalho do comandante em regime de substituição, depois de termos sido surpreendidos com a saída do anterior comandante. Como se diz na gíria, juntou as tropas, aglomerou e fortaleceu a corporação”, afirma ao azeméis.net o presidente dos Bombeiros Voluntários de Fajões. Contudo, não há garantias da passagem de Jorge Bastos ao comando efetivo. “É um dos candidatos que se perfila, mas há outros”, adianta Jorge Pinho.
A discussão sobre o cargo de comandante dos Bombeiros de Fajões começou a ser feito após o dia 15 de outubro, altura em que foi decretada o fim do período crítico de incêndios.
“Nestes meses de período critico de incêndios, era preciso criar estabilidade. E a estabilidade criou-se dando oportunidade ao adjunto assegurar o comando na altura de maior perigosidade”, esclarece o presidente.
Presidente vai falar com todos
A direção é soberana sobre o timming de escolha do comandante efetivo da corporação. Jorge Pinho tem mantido conversas com a corporação e aconselhado junto do comando sub-regional da Área Metropolitana do Porto.
“Já tivemos reuniões com todas as valências dos bombeiros de Fajões. Reuniões com chefes, subchefes, e bombeiros de terceira. Reuniões preparatórias para alicerçarmos a nossa decisão. Iremos passar esta informação ao comando sub-regional, com quem também iremos reunir”, revela o líder da Associação Humanitária.
Durante a conversa mantida com o azeméis.net, Jorge Pinho nunca colocou a passagem de Jorge Bastos a comandante efetivo como uma certeza. “Tem essa possibilidade. Há duas formas de chegar a comandante de uma corporação ter os cursos para ser nomeado, ou ter competência para vir a ser nomeado”, conclui.

