O acesso à Zona Industrial de Loureiro tem sido um dos assuntos recorrentes no debate político. Na última reunião de câmara o tema voltou ao centro debate devido aos grandes constrangimentos de circulação e à atividade empresarial na Rua da Vidigueira, via de acesso apresenta limitações significativas, sobretudo para o trânsito de veículos pesados, dificultando o funcionamento das empresas instaladas na zona, e que se agravará quando a segunda unidade da Ferpinta começar a funcionar.
Mas este é um processo, apurou o azeméis.net, que tem seguido o seu No final de 2024, o atual ministro da tutela, Miguel Pinto Luz, confessou desconhecer o projeto, dando indicações que este seria um processo para avançar. Ultrapassado o primeiro trimestre de 2026, verificam-se alguns passos dados.
O município avançou em meados de março com a contratação de um estudo de tráfego e do projeto de execução para um novo nó de acesso à expansão da Área de Acolhimento Empresarial de Ul/Loureiro, num investimento de 89 mil euros, acrescido de IVA.
O trabalho foi adjudicado à empresa Formas & Conceitos – Arquitetura, Engenharia e Gestão, Lda, com sede em Vila Real, e inclui a análise da circulação atual e a definição de uma solução técnica para melhorar os acessos à zona industrial.
De acordo com o executivo, encontram-se ainda em análise diferentes alternativas, num processo que envolve a articulação com entidades externas, nomeadamente ao nível das infraestruturas rodoviárias.
Neste momento, revela fonte próxima do processo ao nosso jornal, o estudo de tráfego já se encontra concluído, dando agora origem à primeira fase do projeto de execução que é o estudo prévio. Este estudo prévio irá ser discutido, informa a mesma fonte, com a Infraestruras de Portugal durante a próxima semana.
