A falta de espaço no cemitério de Cucujães tem vindo a marcar o debate político na freguesia de Cucujães. A presidente da junta, Elisabete Barnabé, admitiu a necessidade de recorrer a exumações para permitir novos funerais.
“Sempre que há um funeral e a pessoa não tem jazigo ou sepultura, temos de retirar restos mortais para sepultar quem faleceu”, afirmou Elisabete Barnabé na última assembleia de freguesia.
A declaração foi feita durante a discussão sobre a criação de columbários e evidencia as dificuldades na gestão do cemitério da freguesia, onde a inexistência de sepulturas disponíveis obriga à libertação de espaço através de procedimentos legais.
O problema não é recente e arrasta-se há vários anos, sem solução definitiva para aumentar a capacidade do cemitério. Entretanto, a Junta de Freguesia avançou já com a construção de 52 columbários/ossários, cujas obras se iniciaram esta terça-feira, dia 24, sendo esta apontada como a única solução viável no imediato face à falta de terreno para expansão.
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A medida pretende libertar sepulturas tradicionais, mas não resolve a limitação estrutural de espaço para novos enterramentos.
A possibilidade de ampliação do cemitério continua a ser analisada pelo executivo. “Não vamos desistir de criar condições para que as pessoas possam ser sepultadas em Cucujães”, afirma o executio da junta de freguesia de Cucujães.
