A Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa irá lançar em breve um novo concurso para a construção da tão almejada residência universitária no edifício em que esta instituição de ensino superior adquiriu mesmo nas imediações das suas instalações. O processo que em abril de 2024 parecia estar já numa fase bastante avançada, teve um pequeno revés que fez atrasar o objectivo de que a nova residência fosse uma realidade no início do ano de 2026.
Em abril de 2024 foi aberto um concurso público para reabilitar por 1,3 milhões de euros o edifício quer criava 37 camas para estudantes, com financiamento do programa PRR (Plano de Recuperação e Resiliência). O projeto também contemplava o arranjo de cerca de 400 metros quadrados de jardins, de acordo com o projeto arquitetónico geral do gabinete Az.leba.
Na altura, Henrique Pereira, presidente do Conselho de Direção da ESSNorteCVP, mencionava que o previsto é que a obra física ficasse concluída em setembro de 2025, para depois o edifício ser mobilado e equipado até ao final de dezembro e a residência abrir portas logo no início de janeiro de 2026.
Mas a obra acabou por não ser entregue a nenhum empreiteiro, e o projeto teve de ser reformulado. O assunto foi abordado de forma rápida na última Assembleia Municipal pelo presidente da Câmara Municipal, Joaquim Jorge. Mais recentemente o líder da primeira instituição de ensino superior explicou que foi percecionado, dois anos depois, que todo o circuito e todos os pressupostos que rechearam o projeto económico e financeiro se tinham alterado. Com a reformulação do projeto, a capacidade da nova residência de estudantes passa a ser de 52 camas, em vez das 37 inicialmente previstas.
Agora o objetivo da administração da Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa é que a residência estudantil seja uma realidade em 2027, ano em que a instituição completa 25 anos de vida.
