Terça-feira, 27 de Setembro de 2022
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“Um passo importante para o sucesso da candidatura do vidro a património da Unesco”

Investimento. Já foi lançado em Diário da República o concurso para a requalificação do edifício do Sindicato dos Vidreiros do Norte. O preço base é de 146.700 euros e o projeto custou 10 mil euros.

O edifício histórico onde funcionou o Sindicato dos Vidreiros do Norte,  localizado em Bustelo, propriedade do munícipio de Oliveira de Azeméis já há muitos anos, vai ser requalificado e usado como “espaço fotográfico ligado ao processo e à indústria do vidro” onde estarão por exemplo imagens dos colaboradores do centro vidreiro. O projeto para esta obra custou 10 mil euros, e é assinado pelo arquiteto Rui Lopo. A autarquia revela estar a equacionar em ter uma sala com o nome de Fernando Paúl, sendo assim uma forma de homenagear a vida e obra do fotógrafo oliveirense.

No anúncio de procedimento publicado em Diário da República no dia 28 de março, o objeto da empreitada consiste nos trabalhos necessários à requalificação do imóvel “para o transformar em Laboratório de Imagem”, o preço base é de 146.700 euros e prazo previsto para a execução da obra é de 180 dias (seis meses).

“Este é um passo importante para o sucesso da candidatura do vidro a património da Unesco. Não é determinante, mas é importnate”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, em reunião de executivo camarário, depois de ser questionado pelo vereador social-democrata, José Campos, sobre o ponto da situação da candidatura de Oliveira de Azeméis iniciada em 2017.

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“Os processos das candidaturas a património da Unesco são longos que duram sete, oito ou dez anos. O que nos interessa é o sucesso da candidatura e que façamos o trabalho de casa. Estar a fazer aquilo que temos fazer. Criar evidências que proporcionam a aprovação da candidatura.  Uma coisa é a candidatura, outra coisa é a aprovação. Temos de reunir evidências para que a candidatura seja aprovada. Há evidências já existem, outras não”, considera Joaquim Jorge.

O edil oliveirense deu a entender que a autarquia irá apostar num futuro próximo em outras evidências: “O Sindicato dos Vidreiros do Norte é um passo,  se calhar a requalificação do centro interpretativo do vidro seria outro grande passo. Se alguma coisa acontecer na Quinta do Côvo era um passo determinante porque tínhamos a possibilidade fazer a recriação desde a origem da arte vidreira do nosso concelho, até aquilo que vai acontecer muito brevemente também que é termos o Turismo Industrial em empresas que resultaram da nossa história na área do vidro”.

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