Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2024
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Oliveira de Azeméis está inserida na rede de cidades BE.Neutral, e grupo Simoldes vai criar o Ben

> Concelho integra grupo de oito municípios que apostam na neutralidade carbónica, e será responsável pela produção de veículo inovador.

O CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, apresenta, no sábado, manifestos artísticos criados por jovens de Matosinhos que servirão como ponto de partida para lançar a agenda BE.Neutral, para fomentar a neutralidade carbónica no Norte.

Esta iniciativa é o “ponto de partida para a criação da rede de cidades BE.Neutral”, no âmbito da agenda agenda mobilizadora do PRR, liderada pela NOS, e em que o CEiiA será o “interlocutor com as cidades” envolvidas, segundo Catarina Selada, diretora do CityLab do CEiiA

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“Tendo desenvolvido este projeto experimental em Matosinhos, nós agora vamos expandi-lo, no âmbito da agenda BE.Neutral, para mais, pelo menos, oito cidades da região Norte, que consubstanciam a rede de cidades BE.Neutral”, disse Catarina Selada à agência Lusa.

Oliveira de Azeméis faz parte do grupo de cidades, ao lado de  Braga, Guimarães, Famalicão, Viana do Castelo, Porto, e Vila Nova de Gaia, que irão criar “a primeira região neutra em carbono da Europa”, segundo o CEiiA, no âmbito da agenda do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Veículo Ben terá chancela made in Azeméis

Uma dos pontos mais marcantes e visíveis da agenda carbono zero nos oito concelhos do Norte do país será o novo veículo, o Ben – de BE.Neutral,  um veículo de quatro rodas, pequeno, leve, conectado e, mais importante, carbono zero, para novos serviços urbanos.

Oliveira de Azeméis terá oportunidade de ser um dos primeiros concelhos a conviver com este novo veículo que será produzido neste território. O Grupo Simoldes está envolvido na produção do primeiro veículo verdadeiramente carbono zero, ao lado da CeiiA e da TMG.

“Estamos a falar de um veículo que não se pretende que seja propriedade privada, mas que se pretende que seja usado como um serviço, de acordo com novos modelos de negócio, nomeadamente a partilha da posse e do uso”, disse Catarina Selada responsável à Lusa.

Este novo veículo será uma realidade durante os próximos anos tendo em vista os prazos para se cumprir a neutralidade carbónica. “O nosso trabalho é também acelerar a transição para a neutralidade carbónica destas oito cidades, tendo como meta climática o 2030, enquanto ambição, mas assegurando que pelo menos a neutralidade carbónica se vai atingir antes de 2050, que é a meta do próprio país e da Comissão Europeia”, resume a diretora do CityLab do CEiiA

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