Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2024
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FC Cesarense em risco (sério) de cair num vazio diretivo

> O antigo presidente e empresário Luis Pinho é o nome mais falado nos bastidores do clube para voltar a assumir a direção, mas em declarações ao azeméis.net afirma não ter vontade em apresentar uma lista.

Na última assembleia geral do FC Cesarense, realizado a 18 de junho, não foi apresentada nenhuma lista de candidatos tendo em vista a preparação para os órgãos sociais do clube para o biénio 2023/2025. O atual presidente Francisco Azevedo termina o seu mandato no final deste mês de junho, tendo já garantido que não iria continuar no cargo nem apresentar qualquer lista, e o clube poderá voltar a cair num longo vazio diretivo.

A próxima assembleia geral ficou agendada para noite do dia 7 de julho, em que a ordem de trabalhos se centra na realização do ato eleitoral, bem como a tomada de posse dos novos titulares dos cargos de direção. Mas existe o risco de voltar a não ser apresentada qualquer lista, e o clube ficar num longo vazio diretivo.

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O nome do antigo presidente do FC Cesarense e empresário Luís Pinho é o nome mais falado nos bastidores do clube de Cesar para liderar a próxima direção, mas contactado pelo azeméis.net negou a informação.

“Não é verdade que eu vá apresentar uma lista. Não tenho essa vontade. Disponibilizei-me a ajudar a arranjar uma solução, propondo um possível nome para a direção, mas, pessoalmente, eu não irei avançar”, revela Luis Pinho, proprietário do supermercado Casarão, instalado em Cesar.

O empresário tem uma forte ligação ao clube, tendo ocupado o lugar de secretário durante oito anos, e de presidente da direção durante seis, o que equivale a três mandatos. Foi um dos responsáveis pela subida do FC Cesarense à 2.ª Divisão Nacional na época 2010/2011. Na história mais recente Foi presidente da assembleia geral no mandato de dois anos de Paulo Santos, que entretanto foi expulso do clube.

Não havendo solução imediata, o FC Cesarense corre o sério risco de cair num vazio diretivo durante vários meses. Luís Pinho recorda que antes de assumir o seu primeiro mandato como presidente foram necessárias 15 assembleias gerais para haver fumo branco.

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