Sábado, 4 de Fevereiro de 2023
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Executivo municipal aprova desagregação das freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo

Segue-se agora a discussão do documento já na próxima Assembleia Municipal agendada para quarta-feira, dia 7 de dezembro.
Sede da União de Freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo
Sede da União de Freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo

Após a Assembleia Freguesia da União de Freguesias de Nogueira do Cravo e Pindelo ter aprovado por unanimidade o documento elaborado por um grupo de cidadão, que juntou cerca de 1000 assinaturas, a propor a desagregação das duas freguesias, o executivo municipal e os vereadores da oposição deram parecer positivo à Criação das Freguesias de Nogueira do Cravo e de Pindelo, por desagregação.

José Campos, vereador do PSD, aproveitou para, após a votação do ponto em discussão, considerar que o “município de Oliveira de Azeméis poderia ter feito um pouco mais” na promoção da discussão em relação a este tema. “Deveria ter sido mais ativa, e menos reativa”, disse o vereador da oposição. E sublinhou que a sua análise era numa perspetiva geral. “Se calhar há muita gente que não percebeu, por exemplo, porque é que não foi possível a desagregação da União de Freguesias de Oliveira de Azeméis”, concluiu.

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O presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Joaquim Jorge, considerou que com a chegada do documento à reunião de executivo camarário prova que funcionou “a democracia e a vontade das pessoas”.

“A Câmara Municipal não quis influenciar na vontade do povo. A Câmara Municipal não devia protagonizar a discussão em torno deste tema. O que sempre dissemos é que iríamos respeitar a vontade da população”, afirmou.

Segue-se agora a discussão do documento já na próxima Assembleia Municipal agendada para quarta-feira, dia 7 de dezembro.

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2 respostas

  1. Finalmente viram o que não deveria ter sido feito no início desta brincadeira,sim brincadeira, pois foi uma experiência que arruinou as duas freguesias, sempre com desconfianças de tudo e todos.Bom senso,cada um para seu lado,e quem for competente que assuma as respectivas juntas.

  2. “A Câmara Municipal não quis influenciar na vontade do povo. A Câmara Municipal não devia protagonizar a discussão em torno deste tema. O que sempre dissemos é que iríamos respeitar a vontade da população”, afirmou.

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