Sábado, 4 de Fevereiro de 2023
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Emídio Sousa reivindica para a região mais dinheiro, e aponta já para a vitória do PSD em São João da Madeira em 2025

No Jantar de Reis/Janeiras da Concelhia de S. João da Madeira o presidente da distrital de Aveiro do PSD já apontou baterias para as autárquicas de 2025.
Emídio Sousa, presidente da distrital de Aveiro do PSD
Emídio Sousa, presidente da distrital de Aveiro do PSD

O presidente da Distrital do PSD, Emídio Sousa, defendeu em S. João da Madeira que a região deve exigir algum do dinheiro que “envia para Lisboa”, para fazer face às necessidades que apresenta. Emídio Sousa falava no tradicional jantar de Reis/Janeiras iniciativa da estrutura concelhia local, a quem lançou o repto de lutar pela vitória nas eleições autárquicas de 2025.

“Não temos outra opção que não seja ganhar a Câmara de S. João da Madeira em 2025”, afirmou Emídio Sousa, referindo-se à intervenção de Tiago Correia, líder da estrutura local do PSD, que acusara a Câmara Municipal de ainda não ter deixado uma marca positiva. Sustentou, mesmo, que o desiderato é possível, porque serão “os erros e a inércia da governação socialista” apontados que “conduzirão a uma vitória nossa”.

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Emídio Sousa aludiu, precisamente, à diferença das políticas socialistas quando comparadas com as do PSD, sublinhando que “não é por acaso que o nosso país deu um salto no desenvolvimento com os governos de Cavaco Silva”, enquanto que “com o socialismo, isto andou para trás”.

“Temos 4,4 milhões de pobres em Portugal e, com mais dois ou três anos de socialismo, chegaremos aos cinco milhões. É isto que queremos, um país de pobrezinhos à espera de esmola do senhor primeiro-ministro Costa? Não é isso que o PSD quer. O PSD quer que cada um de nós consiga levar a sua vida com dignidade, que cada um possa ter a sua casa, o seu carro ou o seu emprego bem remunerado” – atirou Emídio Sousa.

Para o presidente da Distrital do PSD, “às vezes apetece desistir, porque quando os jovens emigram, estão a desistir de Portugal”. A esse propósito, vincou: “O PSD não pode desistir. Fomos sempre o partido das pessoas de garra, que não se deixam ir abaixo, pelo que temos de vencer Portugal e mostrar que somos capazes de fazer diferente”.

“Aveiro tem um PIB que, a ser igual no país, dar-nos ia um nível de vida igual ao da Suíça. A nossa região produz fortemente e também tem direito, de vez em quando, a algum do muito dinheiro que envia para Lisboa” – referiu, por outro lado, o líder da distrital.

Na mesma ocasião, o secretário geral do PSD defendeu um “caminho de proximidade, com os nossos militantes em primeiro lugar, mas com a sociedade civil, olhos nos olhos, dizendo aos portugueses que nós não nos resignamos a um país mais pobre, não queremos um país na cauda da Europa, queremos um país de salários altos e impostos baixos, onde a iniciativa privada possa ter a sua oportunidade sem ser esmagada pela burocracia como é aqui”.

Já Tiago Correia, líder da concelhia sanjoanense, lamentou que PS governe “a cidade há cinco anos”, sem que se conheça qualquer “marca associada à sua governação, a não ser o anestesiar da nossa cidade e o empobrecimento do seu desenvolvimento”.

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