Sábado, 3 de Dezembro de 2022
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Autarquia de Oliveira de Azeméis apresenta um orçamento previsional de €58,3 milhões para 2023

Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis sublinha que este é o maior orçamento de sempre na história democrática. Oposição diz que o documento "não traz novidades".
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O executivo municipal apresentou um orçamento previsional para 2023 de 58,3 milhões de euros, que representa um acréscimo de 8% relativamente ao ano de 2022, tornando assim o orçamento de 2023 como “o maior da história democrática do concelho de Oliveira de Azeméis”, sublinhou Joaquim Jorge na última reunião da Câmara Municipal.

Este orçamento “mantém a trajetória de profunda transformação do território que já vinha plasmada no orçamento de 2022”, afirmou o edil oliveirense, acrescentado que o documento continua a afirmar investimentos em vários eixos estratégicos, dos quais destaca quatro: “a educação, com a requalificação do Parque Escolar; o ambiente, com a expansão da rede de água e saneamento, o desenvolvimento económico com a requalificação das redes industriais; e qualificação do espaço público com a requalificação urbana”.

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No orçamento para 2023 está refletido um investimento na de 21,8 milhões de euros, que já está previsto no Plano Plurianual de Investimento, “é um valor aproximado ao que foi apresentado também no orçamento inicial de 2022”, informa Joaquim Jorge.

As principais obras inseridas na rubrica investimento estão, por exemplo, requalificação viária, a requalificação da rede de água e saneamento, a construção do Fórum Municipal, do Parque Urbano e do Centro Interpretativo do Vidro.

“Este é um orçamento que não traz novidades”

José Campos, vereador do PSD que normalmente discute os temas económicos, considera que “este é um orçamento que não traz novidades”, criticando o facto de “parte substancial” documento orientador do concelho Oliveira de Azeméis para 2023, basear o seu investimento “nas mesmas obras em que já se fazia em alguns orçamentos de anos anteriores”, sendo obras que “ou tardam em arrancar, ou tardam em ficar ao serviço das populações”.

“Aquilo que nós gostaríamos de ver para 2023, não querendo dizer que este orçamento não é humanizado, mas queríamos que este orçamento fosse mais pensado nas pessoas, nas famílias e nas empresas”, sugeriu.

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