O número de inscritos nestas eleições autárquicas desceu (de 60 607 para 60 365), mas a abstenção subiu seis por cento (de 41 para 47%). Houve menos 3 574 eleitores quando comparado com 2017. Analisando o número de votos brancos e nulos, pode-se constatar que apenas houve um ligeiro aumento de número votos em branco para a eleição das Assembleias de Freguesias (1 169 votos em 2021 e 1 144 votos em 2017).
Mas na globalidade o número de votos em branco diminuiu. Na eleição para a Câmara Municipal houve 871 (2,70%) votos em branco, quando tinha havido 1 026 em 2017 (2,86%), e para a Assembleia Municipal a diminuição foi de 94 votos – de 1092 (3,04%) nas eleições de 2017 para 958 votos (2,96%) nestas eleições de 2021.
Quanto aos votos nulos houve uma diminuição na eleição para todos os órgãos autárquicos. Para a eleição do novo presidente do município oliveirense houve 534 votos nulos (1,65%) – 761 votos (2,12%) em 2017; para a Assembleia Municipal registaram-se 596 votos nulos (2,96%) – 779 votos (2,17%) em 2017; e, por fim, para a eleição Assembleias de Freguesia houve 700 votos nulos (2,17%) – 763 votos nulos (2,13%) em 2017.
A abstenção freguesia a freguesia
Segmentando a análise da absstenção freguesia a freguesia, observa-se que foi na União de Freguesias de Pinheiro da Bemposta, Travanca e Palmaz, onde houve uma maior percentagem de pessoas que não votaram nestas eleições autárquicas (52,2%); e que Ossela registou uma maior percentagem de pessoas a deslocarem-se às urnas (apenas 32,5% de abstenção), seguido muito perto de Macieira de Sarnes, onde houve 33,6% de eleitores que não foram votar no domingo, dia 26.