O talento desconhecido do futebolista Leandro Silva, da UD Oliveirense. Temos artista!

Leandro Silva tem dotes musicais que animam o balneário e as viagens da União Desportiva da Oliveirense, e gostava de cozinhar. Pormenor: tem o hábito de pesar a comida que ingere.

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Leandro Silva, de 24 anos, mostrou os seus dotes na entrevista ao "Passe de Letra" © Pedro Carvalho/UDO

O jovem lateral da União Desportiva Oliveirense Leandro Silva tem um talento que era desconhecido até hoje da maioria dos oliveirenses e de alguns dos adeptos do clube. Esse mesmo talento foi revelado já no final da entrevista que deu para a rubrica Passe de Letra na sexta-feira, 24 de abril, no perfil de Instagram do clube.

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Antes da atuação, o jovem futebolista, de 24 anos, revelou que já teve na música um hobbie sério e chegou mesmo a frequentar a Academia de Música. O reportório é variado (música portuguesa, inglesa, brasileira….) mas só canta e toca músicas que enquadrem com o seu timbre de voz. É a sua voz e a sua guitarra que animam muitas vezes o balneário e as viagens da equipa de futebol da UD Oliveirense, já fez uma música para uma campanha do clube para o Dia dos Namorados, e já foi desafiado pelo diretor de comunicação, José Leite, para construir uma música de raíz para a equipa.

A música escolhida por Leandro Silva para cantar durante o direto foi “A Queda do Império”, de Vitorino.Veja a atuação clicando na tecla play do vídeo que se segue:

Mas durante a entrevista o camisola 26 disse gostar de cozinhar e até revelou um pormenor inusitado. “Independentemente de estarmos a cumprir o plano da equipa técnica, temos de ter cuidado para não aumentarmos o peso. Gosto de cozinhar e peso sempre a comida antes de o fazer. Tinha um tio que fazia ginásio e tinha esse hábito. Comecei a fazer isso e agora é um hábito que tenho”, conta

Sobre a sua carreira de futebolista, o jogador recordou as dificuldades na sua chegada à equipa orientada por Pedro Miguel: “A adaptação foi um pouco difícil porque vinha de um escalão inferior. Chegar às ligas profissionais foi o concretizar de um sonho, mas estava habituado a jogar e foi complicado não ser opção. Fui utilizado em alguns jogos do Cesarense [equipa satélite da UD Oliveirense] e isso foi bom para me preparar para a oportunidade que acabou por chegar“.

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