Terça-feira, 4 de Outubro de 2022
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“Não deixarei de fiscalizar a atividade do Governo como até aqui, na defesa das pessoas”

Helga Correia foi reeleita deputada à Assembleia da República para mais um mandato de quatro ano. A deputada oliveirense era número quatro da lista do PSD pelo círculo eleitoral de Aveiro, liderada por António Topa Gomes, que elegeu sete deputados (mais um do que em 2019). Em reação aos resultados da noite eleitoral, Helga Correia faz notar que os resultados do PSD foram menos penalizadores tanto no distrito de Aveiro e no concelho de Oliveira de Azeméis.

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“Apesar de o PSD ter tido resultados menos penalizadores a nível concelhio e distrital, os mesmos acabam por estar em linha com os resultados nacionais, que concederam ao PS uma vitória inequívoca nestas eleições legislativas”, afirmou a deputada ao Azeméis.Net.

Questionada se considera que a maioria absoluta conquistada pelo PS poderá interferir numa maior eficácia na defesa dos anseios para a população oliveirense, Helga Correia é taxativa: “Posso garantir que não interfere em nada. Não deixarei de fiscalizar a atividade do Governo como até aqui, na defesa das pessoas, de apresentar propostas que possam implementar políticas públicas que visem o bem-estar dos meus concidadãos. Nem deixarei de lutar pelo que acredito e pugnarei de igual modo pelos oliveirenses, aveirenses e por todos os portugueses”.

Olhando para aquele que tem sido o caminho, e os resultados menos positivos, do PSD nas duas últimas eleições legislativas, a deputada oliveirense prefere sublinhar as políticas propostas pelo seu partido. “O PSD tem feito um caminho de políticas de seriedade, com propostas concretas e responsáveis em áreas fundamentais para o país e direcionadas para as pessoas ao nível da educação, saúde, justiça, assim como para as empresas. Onde o PSD tinha traçado um rol de mudanças a nível da fiscalidade, com o intuito de aumentar o crescimento económico, diminuindo as contribuições fiscais para as empresas e também para as famílias. Contudo, os portugueses são soberanos nas suas escolhas e optaram pela continuidade, dando uma maioria ao Partido Socialista, agora com autonomia para decidir, aprovar e implementar políticas que podem comprometer o futuro a médio e longo prazo. O PS deixou de estar refém dos partidos de esquerda, que são sim os que provocaram estas eleições e que são os mais penalizados nos resultados”, afirma.

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