Sábado, 7 de Fevereiro de 2026
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Manuel Silva, diretor pedagócio da AMOA, está entre os subscritores que pedem mais verbas para garantir ensino artístico

> Financiamento para o ensino artístico em Portugal está desajustado há mais de uma década, alerta o diretor pedagógico da Academia de Música de Oliveira de Azeméis.

Manuel Silva, diretor pedagógico da Academia de Música de Oliveira de Azeméis e presidente da Associação de Diretores Pedagógicos do EAE, está entre as mais de seis mil pessoas que assinaram uma petição pedindo mais verbas para as escolas de ensino artístico especializado, alertando para o facto de poder estar em causa o percurso educativo de milhares de alunos.

O Ensino Artístico Especializado exige planeamento a médio e longo prazo, estabilidade das equipas e capacidade de investimento contínuo”, defende Manuel Silva, acrescentando que “com um financiamento desajustado há mais de uma década, isso tornou-se praticamente impossível”.

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Os peticionários lembram que há mais de 32 mil estudantes do ensino básico e secundário que aprendem música, dança, teatro e artes visuais em conservatórios do ensino particular e cooperativo, que representam a grande maioria das instituições da rede pública de ensino artístico.

“São alunos que cumprem a escolaridade obrigatória através de cursos artísticos, muitos deles em articulação com escolas de ensino geral”, lê-se no abaixo-assinado lançado durante este mês de janeiro, que pede a intervenção da Assembleia da República para que seja criada legislação que garanta uma atualização automática anual dos valores, indexados à inflação.

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