A advogada de José Oliveira, ex-presidente da concelhia do PSD de Oliveira de Azeméis e secretário do Gabinete de Apoio à Presidência na autarquia à data dos factos que são julgado no caso Ajuste Secreto, também prestou declarações rante a audiência de alegações finais na última segunda-feira, dia 12 de janeiro, que decorreu no Tribunal de Espinho.
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Graça Rodrigues pediu a absolvição do seu cliente, alegando que, durante o julgamento, nenhuma prova se fez para o condenar.
“Não se fez prova que seja suficiente para condenar o arguido pelos crimes de que vem aqui acusado”, afirmou a advogada, realçando que as escutas telefónicas anexadas ao precesso “não são suficientes, nem demonstram qualquer ato corruptivo, quaisquer abuso de poderes ou vantagens ilícitas”.

