Sábado, 3 de Dezembro de 2022
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Deputado municipal Rudolfo Rodrigues reage ao anúncio de retirada de confiança política por parte Comissão Política do CHEGA de Oliveira de Azeméis

"O que me foi retirada não foi a confiança política, mas o apoio político. A mim e a todos os oliveirenses que me deram o seu voto", diz o autarca.
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A comissão política do CHEGA de Oliveira de Azeméis anunciou, no final do mês de maio, a retirada da confiança política do seu único deputado municipal, eleito nas últimas eleições Autárquicas. Entretanto, Rudolfo Rodrigues reagiu esta semana a esta medida por parte da direção da estrutura de Oliveira de Azeméis do concelho. “Foi com enorme consternação e espanto que me deparei com um comunicado do presidente da Concelhia de Oliveira de Azeméis, Manuel Almeida, no qual refere que me é retirada a confiança política, decidido em reunião da concelhia“, começa por dizer o autarca.

Rudolfo Rodrigues afirma desconhecer o teor da acusação e o fundamento da mesma. “Não estive presente nessa reunião, conforme dei conhecimento desse facto ao presidente da concelhia antecipadamente. Assim sendo, foi um julgamento à revelia, no qual não estive presente e, volto a realçar, desconheço o teor da acusação. Para haver retirada política tem de haver direito à defesa, que não me foi facultada”, afirma.

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Para já, o deputado oliveirense continuará a desempenhar as suas funções na Assembleia Municipal, não considerando que o partido lhe tenha retirado a confiança política. “O que me foi retirada não foi a confiança política, mas o apoio político. A mim e a todos os oliveirenses que me deram o seu voto. Trata-se de uma usurpação de funções, de abuso de poder e de falsidade, que serão tratados em sede própria. Até porque concorri às eleições autárquicas pelo Partido Chega e não pela Concelhia, logo só o Partido me poderá retirar a confiança política”, considera.

Rudolfo Rodrigues anuncia que enviou à “direcção do partido Chega, ao Conselho de Jurisdição Nacional, órgão próprio para deliberar sobre estes assuntos, um requerimento pedindo que se pronuncie acerca desta matéria” no sentido de esclarecer se o partido retira, ou não, a confiança política. “Até receber o despacho conclusivo, não comento mais esta matéria”, conclui.

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