Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2022
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COVID-19. Mercado Municipal continua a funcionar. Só podem entrar 25 pessoas de cada vez

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No despacho assinado pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis onde são relatadas as medidas excepcionais no combate ao vírus COVID-19, pode-se ler no ponto 28 que continuam a ser autorizadas a realização de mercados e feiras no território municipal mas com regras. Apenas 25 utilizadores poderão aceder ao equipamento em simultâneo.

Fica claro que nos mercados municipais só é permitido “a venda de produtos alimentares e bens de primeira necessidade”. Mais. A entrada nos mercados será restringido a um número máximo de pessoas. “Esta autorização obriga os seus organizadores à imposição de medidas de restrição de acesso, através do controlo das entradas/saídas, de forma a limitar o número máximo de consumidores em simultâneo, de acordo com as orientações da Direção Geral de Saúde e demais entidades”, pode-se ler no ponto 28 do despacho do presidente da autarquia oliveirense.

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A autarquia frisa que apesar da decisão de continuar a autorizar a abertura Mercado Municipal, a feira semanal está suspensa por tempo indeterminado. Em comunicado a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis justifica a decisão de manter o mercado Municipal aberto porque se “considera fundamental disponibilizar produtos de qualidade, para que as pessoas possam assegurar uma alimentação equilibrada”.

No mesmo comunicado a autarquia avança com mais uma novidade: “as lojas interiores do Mercado Municipal manter-se-ão abertas ao público”. Com esta decisão a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis reitera o apelo para que “as pessoas que efetuam as suas compras no Mercado Municipal que respeitem um metro de distância em relação aos outros, bem como as restantes recomendações da Direção-Geral de Saúde, por forma a acautelar a saúde de todos”.

Em declarações ao jornal Correio de Azeméis Joaquim Jorge que as pessoas que estiverem a fazer compras no Mercado Municipal “não devem demorar além do estritamente necessário”. À mesma publicação o edil explica a decisão de manter o Mercado Municipal aberto: “O fecho do mercado determinaria que as pessoas se teriam de dirigir, exclusivamente, às grandes superfícies e supermercados, e aí estaríamos a contribuir para pressionar o contacto social”.

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