Quinta-feira, 16 de Julho de 2026
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José Queirós diz que obras esperadas em Loureiro (e que estão avançar lentamente) “vão ter de acontecer”

> O presidente da Junta de Freguesia de Loureiro destacou que Loureiro continua à espera de obras há muito reivindicadas, mas deixou uma mensagem de confiança no futuro da freguesia, que considera atrativa, em crescimento e com forte dinâmica comunitária.
José Queirós, presidente da Junta de Freguesia de Loureiro. Foto: © Foto Ferreira
José Queirós, presidente da Junta de Freguesia de Loureiro. Foto: © Foto Ferreira
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As grandes obras há muito aguardadas em Loureiro continuam a avançar mais lentamente do que a Junta de Freguesia gostaria, mas José Queirós acredita que acabarão por concretizar-se. Na cerimónia do 31.º aniversário da elevação de Loureiro a vila, o presidente da Junta deixou claro que há intervenções de que “já se fala há muito”, nomeadamente ao nível do saneamento e das intervenções na zona industrial, mas que, pela sua importância para o território, “vão ter que acontecer”.

A afirmação marcou a intervenção do autarca, que reconheceu a demora em torno de algumas obras consideradas estruturantes para a freguesia. José Queirós admitiu que os projetos avançam “bem mais lentamente” e “muito mais devagar” do que seria desejável, mas mostrou-se confiante quanto ao futuro.

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Autarca acredita no potencial de Loureiro

Apesar das obras em espera, José Queirós deixou uma mensagem otimista sobre o caminho da freguesia. O presidente da Junta afirmou ter um “bom augúrio” relativamente ao futuro de Loureiro, sublinhando aquilo que a freguesia representa em termos de território.

Para o autarca, Loureiro continua a ser uma terra atrativa, com sinais claros de crescimento. Na sua intervenção, destacou que a freguesia continua a construir, a atrair população e poderá, por consequência, atrair também mais indústria.

Essa capacidade de crescimento foi apresentada como um dos principais argumentos para defender a importância de Loureiro no contexto concelhio. José Queirós considerou que a freguesia tem condições para continuar a afirmar-se como uma das mais representativas do sul do concelho.

Crescimento populacional pode trazer mais indústria

A ligação entre crescimento habitacional, atração de população e desenvolvimento económico foi uma das ideias deixadas pelo presidente da Junta. José Queirós salientou que Loureiro mantém dinâmica de construção e continua a captar novos residentes, fatores que podem reforçar o peso da freguesia no futuro.

Na perspetiva do autarca, esse crescimento poderá também criar condições para atrair mais investimento e mais indústria, consolidando o papel de Loureiro como território com capacidade de desenvolvimento.

A mensagem deixada foi de confiança, mas também de expectativa. Para José Queirós, as obras necessárias — em particular o saneamento e as intervenções na zona industrial — acabarão por chegar, acompanhando uma freguesia que continua a crescer e a afirmar-se.

Associações mantêm viva a dinâmica cultural

Depois das obras e do desenvolvimento do território, José Queirós destacou também a importância da vida cultural e associativa. O presidente da junta afirmou que Loureiro vive muito da força das suas associações, que continuam a desempenhar um papel essencial na dinamização da freguesia.

O autarca explicou que a Junta procura lançar desafios, colaborar dentro das suas possibilidades e apoiar as coletividades, cabendo depois às associações dar corpo a iniciativas culturais que mobilizam a comunidade.

Entre os momentos mais marcantes previstos, José Queirós apontou o ciclo de teatro organizado pelo TAL, que deverá decorrer em outubro e novembro. Referiu ainda possíveis atuações da banda de música e do Orfeão.

Loureiro mantém tradição de festas

Na intervenção, o presidente da Junta abordou ainda a força das festas religiosas e populares na freguesia. José Queirós referiu que Loureiro terá ainda as celebrações de São João e São Pedro, lembrando que a existência de várias capelas e comissões de festas contribui para uma dinâmica muito própria.

O presidente de junta reconheceu que há quem diga que Loureiro é uma “terra de festas”, expressão que associou ao envolvimento da população e à capacidade das pessoas para se organizarem em torno das tradições locais.

Para José Queirós, essa participação popular é também uma marca identitária de Loureiro, uma freguesia onde as pessoas se envolvem, gostam de participar e continuam a manter vivas as suas tradições.

Aniversário serviu também para olhar para o futuro

A cerimónia do 31.º aniversário da elevação de Loureiro a vila serviu, segundo José Queirós, para recordar o caminho feito desde 1995, mas também para pensar no que ainda é necessário melhorar.

O presidente da junta de freguesia defendeu que a data permite homenagear quem contribuiu para o desenvolvimento da freguesia, fazer uma resenha do percurso feito ao longo dos últimos 31 anos e reforçar a vontade de preparar o futuro.

A intervenção deixou, assim, uma mensagem organizada em torno das principais preocupações e ambições para Loureiro: concretizar as obras esperadas, com destaque para o saneamento e para as intervenções na zona industrial, continuar a crescer, atrair população e indústria, valorizar as associações e manter viva a identidade cultural e festiva da freguesia.

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