Os deputados municipais do CHEGA vão defender na próxuma reunião de assembleia municipal, em fevereiro, o fim do contrato de aquisição de serviços de impressão e distribuição da revista Vita o órgão de comunicação da autarquia. Este ponto era para ser apresentado e discutido na última reunião, mas a falta de tempo fez com que a proposta tivesse de ser adiada.
No documento a ser apresentado na próxima reunião do órgão deliberativo do concelho de Oliveira de Azeméis, os três membros do CHEGA com assento na assembleia municipal irão evocar que o fim da revista “evita gastos injustificados e reforça o compromisso do município com uma gestão equilibrada, responsável e orientada para resultados”, considerando que “a comunicação digital e institucional já disponível é suficiente e adequada para assegurar a divulgalção das atividades municipais, sem custos adicionais significativos”.
Ema Caetano Azevedo, Pedro Cravo e Marcos Sousa revelam na proposta que a revista VITA, publicada duas vezes por ano, representa um encargo anual próximo dos 22 mil euros para os oliveirenses. Um valor gasto para um produto, criticam, que embora apresentado como um meio de comunicação institucional, “a prática tem demonstrado que esta revista funciona maioritariamente como instrumento de autopromoção do executivo municipal e das juntas de freguesia, não acrescentado valor efeito ao serviço públio, nem respondendo às necessidades de informações dos cidadãos”.
Uma das vantagem desta proposta, que foi chumbada por maioria, era “a redução imediata de despesa pública” neste caso, “uma poupança anual de cerca de 22 mil euros” que poderia “ser aplicada em áreas prioritárias como manutenção urbana, apoio social, educação ou cultura”, defende o CHEGA.

